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AARTIGOS AMBIENTAIS
RAPA-NUI: VAI ACONTECER DE NOVO?
Clever Ricardo Chináglia *

1 - INFORMAÇÕES SOBRE UMA PEQUENA ILHA DO PACÍFICO SUL

Rapa-Nui é o nome de uma ilha no oceano Pacífico que tem algumas características bastante peculiares:

· Fica a 27o de latitude sul o que lhe confere um clima subtropical bastante agradável;
· Possui solo muito fértil por ser de origem vulcânica, portanto excelente para o cultivo;
· Possui a área de um pequeno município, ou seja, pouco mais de 225 km2;
· Está a 4000 km do continente (Chile) e a 2500 km da ilha povoada mais próxima, ou seja, praticamente isolada do mundo;

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Estereótipos de "paraísos" na Terra. A direita uma ilha do Caribe e a esquerda uma ilha no litoral do Estado de São Paulo.

O que vemos na Figura 1 é, provavelmente, o mais próximo de onde nossa imaginação nos levaria ao tentarmos dar forma a um local com as características citadas anteriormente.

De fato, as ilhas do oceano Pacífico têm esse estereótipo de paraíso tropical na Terra. Mas não foi exatamente isso que o navegador holandês Jacob Roggeveen encontrou ao descobrir a ilha, no feriado da Páscoa em 1722. Segundo a descrição do próprio navegador, ao ser avistada, a ilha parecia ser um imenso deserto, mas ao se aproximar notou o engano e percebeu que ela era coberta em quase sua totalidade por gramíneas e alguns poucos arbustos. O que mais chamou a atenção ao desembarcar foram enormes estátuas de pedra, algumas com mais de 80 toneladas, que durante séculos intrigaram os cientistas e místicos com a seguinte questão: quem ergueu aquelas estátuas se o povo que vivia na ilha, pouco menos de duas mil pessoas, não tinha nem canoas para recebe-los em mar, ou ainda carroças para transporte? Que ilha é essa? Na Figura 2 podemos ver algumas das imagens mais comuns ainda hoje na ilha e ainda a sua localização. Estamos falando da Ilha de Páscoa, Rapa-Nui na língua nativa, atrativo turístico bastante conhecido e que fica dentro das águas territoriais do Chile.

2 - O MISTÉRIO DA PEQUENA ILHA

O mistério da Ilha de Páscoa gerou grande volume de especulações por mais de dois séculos. Nos anos 50 Thor Heyerdahl argumentou que o povo da ilha teria vindo da polinésia e estes do continente sul-americano. Estudos lingüísticos apontaram nenhuma relação entre as observações de Heyerdahl, a não ser o fato de que os colonizadores de Rapa-Nui vieram, de fato, da Polinésia trazidos por correntes marítimas em frágeis embarcações. Nos anos 60 o escritor suíço Erich von Daeniken, acreditava piamente que as estátuas haviam sido feitas por seres extraterrestres, que lá haviam caído, para sinalizar a posição do resgate que já teria ocorrido quando a ilha foi descoberta em 1722. O fato é que uma vez alcançada a ilha, os seus habitantes "reais" dificilmente conseguiriam atingir outro local habitado estando, portanto, isolados do mundo.

Como o navegador James Cook já havia reportado em 1774, a linguagem falada na ilha era o polinésio. Estudos lingüísticos mostraram que devido a diferenças de vocabulário tratava-se de um dialeto isolado da língua mãe desde aproximadamente 400 d.C. Exames de DNA em esqueletos antigos também revelaram a origem polinésia.

O que realmente ocorreu com a ilha? Quem e como as tais estátuas, chamadas moais, foram erguidas? As teorias imaginativas do passado deram lugar a uma teoria construída com base em tecnologia e ciência modernas: a arqueologia, a análise de pólem via microscopia eletrônica de varredura e a paleontologia. As primeiras escavações na ilha começaram em 1955 e as análises de carbono 14 evidenciaram a presença humana na ilha desde o ano 400-700 d.C. o que está em concordância com as análises lingüísticas.

O período de maior produção de moais foi entre 1200 e 1500, com muito poucos construídos após esse período. A densidade dos sítios arqueológicos aliada à fertilidade do solo da ilha sugere uma população para o período de aproximadamente 20.000 pessoas.

Mas a questão ainda resiste: como as estátuas (moais) foram erguidas se não existia na ilha nada que pudesse tê-las transportado ou mesmo as erguido? Essa questão pôde ser respondida através da análise de pólem que consiste em extrair camadas de sedimentos de regiões pantanosas e analisar a quantidade e a morfologia dos grãos de pólem aí preservados. A idade de cada camada pode também ser determinada através da técnica de carbono 14.

A análise de pólem realizada pelos cientistas da Nova Zelândia foi exaustiva, mas trouxe informações surpreendentes e reveladoras para a história do homem na ilha.

3 - O PARAÍSO NA TERRA

Por pelo menos 30.000 anos antes e durante os primeiros anos da ocupação dos polinésios, Rapa-Nui era, realmente, um paraíso tropical. As análises de pólem evidenciaram a presença de uma vasta floresta subtropical com uma biodiversidade vegetal bastante grande, variando de grandes árvores até gramíneas, flores e árvores frutíferas. A árvore mais comum na ilha, não endêmica, era a Palmeira da Páscoa, hoje extinta no local. Essa palmeira pode alcançar até 25 metros de altura e 1,80 metro de diâmetro de caule. Essas palmeiras foram certamente os meios de transporte para os moais esculpidos na ilha. As cordas para puxa-las e ergue-las eram feitas de outra pequena árvore fibrosa bastante abundante na ilha o toromiro.

Outras pesquisas, baseadas no estudo dos rejeitos (lixo) produzidos pelo homem na ilha, foram realizadas. David Steadman, do Museu do Estado de Nova York, revelou os hábitos alimentares da época. Em torno de 25% dos restos encontrados eram de peixes e em torno de 30% de um tipo de golfinho. Isso indica que, como os golfinhos são encontrados em mar aberto, os polinésios da ilha eram bons pescadores e isso inclui a habilidade de fabricação de bons barcos para mar aberto. Outro prato favorito eram os pássaros marinhos que se abrigavam na ilha - praticamente livre de predadores, pelo menos até o homem chegar. Eram mais de 25 espécies, o que tornava a ilha um dos locais com maior diversidade de espécies do pacífico. Também foram identificados pelo menos seis espécies de aves terrestres que incluíam corujas, papagaios e araras. Também havia os ratos que vieram como clandestinos com os polinésios em suas embarcações. Completando a dieta de carne, os mariscos, abundantes na costa da ilha, também foram encontrados. Certamente toda essa comida era preparada utilizando-se o fogo, a partir da madeira encontrada na ilha. Também a partir da madeira construíam-se as casas, os barcos e os arpões para a pesca do golfinho. Assim é real pensar que os polinésios encontraram em Rapa-Nui um paraíso. Alimento em abundância, clima agradável, matéria-prima farta, solo fértil. Mas o que houve desse ponto até a redescoberta da ilha em 1722? Mais uma vez a análise do pólem dá as respostas.

4 - O PARAÍSO AMEAÇADO - O FIM DE UMA CIVILIZAÇÃO

Até por volta do ano 800 d.C. a destruição das florestas era muito lenta e parece que havia certo equilíbrio entre o que se derrubava e o que se regenerava. A partir dessa data a fuligem das queimadas começou a predominar nos estratos de sedimentos analisados. Ao mesmo tempo o pólem das palmeiras da Páscoa e de outras árvores maiores começou a desaparecer, ou desapareceu completamente, enquanto o pólem das gramíneas que substituíram as florestas, começou a se tornar abundante. Por volta de 1400 d.C. a palmeira finalmente desapareceu, não apenas devido ao corte pelo homem, mas também devido à ação dos ratos que comiam, ou estocavam as sementes em suas tocas impedindo-as de germinar.

O século XV marcou não apenas o fim da Palmeira de Páscoa, mas também da própria floresta que fornecia arvores para as canoas, fogo para o frio e para preparar o alimento, abrigo para as chuvas e principalmente as condições para a manutenção dos ciclos que garantiam a subsistência das fontes de alimentos para o homem na ilha. O quadro observado na ilha é um dos mais extremos exemplos de destruição de florestas já visto no mundo: a floresta toda se foi e junto com ela todas as suas espécies animais e vegetais se extinguiram!

Os ossos de golfinhos desapareceram abruptamente dos restos escavados. Ninguém podia mais arpoar golfinhos porque não havia mais madeira - para o arpão ou para a canoa! As conchas dos mariscos sumiram devido à exploração excessiva. Os pássaros marinhos não mais voltavam. Nessa crise os polinésios da ilha intensificaram a criação de galinha que se tornou a fonte de alimento principal. A crise chegou a tal nível que foram encontrados até restos de ossos humanos juntos aos restos escavados, indicando práticas canibais até então inexistentes.


Mapa da ilha de Páscoa com a localização dos moais
Antes da crise a sociedade era hierarquizada e baseada em clãs. A organização era inevitável, pois com o aumento da população, a partir de 800 d.C., uma melhor distribuição de recursos prescindia dessa organização. Uma ordem inicial, que durou aproximadamente 400 anos, baseada em uma produção descentralizada e de pequena escala deu lugar a uma produção centralizada e para toda a ilha. Os sacerdotes, líderes dos clãs, acumulavam e disputavam entre si todo o poder político, econômico e religioso que era medido pelo número e tamanho dos moais produzidos e era transmitido de forma hereditária. Assim a sociedade em Rapa-Nui começou a se organizar e crescer. Por volta de 1400, no auge da crise e do crescimento populacional, haviam 288 moais montados, 397 nas pedreiras e 92 no caminho, num total de 777, sendo que o maior erguido possuía 10 metros de altura e 82 toneladas. A Figura 3 mostra o posicionamento dos moais. Note que todos estão no litoral - as pedreiras ficavam no interior da ilha. Num momento em que a sociedade rapa-nui mais precisava preservar as suas fontes de recursos naturais uma nova atividade explorava a floresta de forma intensa e irracional: a produção de moais. O transporte e instalação dos moais demandavam uma quantidade bastante grande de madeira para os roletes de transporte e para as cordas.

A crise não abateu a ilha de uma hora para a outra. Dos 777 moais existentes note que apenas 288 estavam montados em suas bases. O restante estava ou nas pedreiras ou pelo caminho. Isso indica que algo aconteceu que os fez voltar a sua atenção para outra direção - tarde demais! As cordas acabaram. Os roletes feitos da palmeira da Páscoa acabaram. Caem os sacerdotes que, nesse momento, eram alimentados às custas da fome de muitos. A sociedade passou a ser dominada pelos mais fortes. As pessoas começaram a viver em cavernas como forma de proteção contra os inimigos. As águas das chuvas lavavam os nutrientes da terra, agora nua, e os carregavam para o mar. As erosões destruíam campos. Assim o solo torna-se impraticável para a agricultura. O mar, com uma concentração incomum de sedimentos, apresenta condições desfavoráveis para a permanência dos poucos peixes da costa da ilha. A pesca na costa desaparece. Pesca em alto mar já não era possível devido à ausência de madeira para as canoas e arpões.

Assim a população começou a entrar em declínio até que por volta de 1700 eram apenas 2000 pessoas das 20.000 existentes no auge da sociedade rapa-nui. Uma redução de 90% em 300 anos! Em 1770 clãs rivais começaram a derrubar os moais uns dos outros até que em 1864 o último moai foi derrubado. Era o fim de uma civilização!

5 - PERGUNTAS SEM RESPOSTAS?

Será que não houve quem se perguntasse: o que estamos fazendo? Nossa ilha consegue alimentar toda a ganância de nossa sociedade? O que é que pensaram quando a última palmeira da Páscoa foi derrubada? Será que a devastação ano após ano era de fato sentida? É possível que somente os mais velhos notassem a diferença, no momento em que se flagravam recordando de sua infância! Para os mais novos o estágio de destruição vivenciado era associado a um nível "normal"! Não haviam registros fotográficos, escritos ou de qualquer outra forma para lhes dar uma referência! Gradualmente as arvores começaram a escassear e a ficar menos importantes simbolicamente para os mais jovens. Quando a última palmeira da Páscoa foi cortada ela provavelmente já não tinha tanta importância econômica como há tempos. Provavelmente ninguém percebeu a sua queda. É obvio que os polinésios de Rapa-Nui não tinham conhecimento dos ciclos que mantinham a sua ilha em equilíbrio. A sua interferência nesses ciclos teve conseqüências trágicas e irreversíveis.
Assim como os polinésios de Rapa-Nui, nós, habitantes da "Ilha" Terra, também não temos para onde ir! Também não temos ainda uma noção completa dos ciclos que mantém o equilíbrio da biosfera e muito menos do papel do homem nesses ciclos! A comparação com Rapa-Nui assusta. Assusta mais se considerarmos que o estrago feito em Rapa-Nui o foi feito por alguns homens utilizando apenas as forças dos próprios músculos e ferramentas de pedra! O que nós, bilhões que somos, não seremos capazes de fazer com aço e tecnologia?

Certamente houve os que acordaram para a gravidade da crise em Rapa-Nui. Mas como esses poderiam alertar a todos? Com base em que fatos? Quais dados? Como conscientizar sem provas, evidências do passado que mostrassem a taxa de destruição da floresta? Provavelmente foram apenas chamados de malucos, visionários. . .

A grande diferença pode estar aí: nós temos tecnologia que conecta praticamente o a todos no mundo! Nós temos fatos, dados, métodos, pessoas e vivemos na era da informação! Não é possível que não consigamos reverter o quadro atual dessa crise ambiental. Não é possível que com toda gama de informação aliada às facilidades em sua veiculação continuemos alheios a esses problemas. A mudança parece já ter se iniciado. Fala-se muito em desenvolvimento sustentado, mas pouco se tem conseguido fazer. Será esse o cominho?

6 - AS RESPOSTAS

Mas como mudar? Por onde começar? Existe alguma "receita" de como concretizar essa mudança? Se realmente pretendemos reverter o quadro sobre a atual crise ambiental mundial então parece claro que a mudança de como agimos e tratamos o nosso meio-ambiente é inevitável. Mas muito mais do que encarar os fatos de forma diferente teremos também, que mudar nossos hábitos, o que não é tarefa fácil. As mudanças devem ser não apenas individuais, mas também coletivas. A proposta mais consistente e que nos indica por onde começar e como adotar efetivamente um novo modelo de desenvolvimento é a Agenda 21. Esse desenvolvimento proposto é denominado "Desenvolvimento Sustentável" que pode ser definido como aquele que se propõe a satisfazer as necessidades presentes de nossa sociedade sem comprometer as gerações futuras de satisfazerem também as suas próprias necessidades.

De forma geral a implantação da Agenda 21 não é simples. O próprio documento é claro em afirmar que a sua implantação no Brasil supera em muito as capacidades atuais dos economistas e gestores governamentais de políticas públicas em torna-la uma realidade. Isso a torna realmente um desafio para toda a sociedade. Esse é um dos principais motivos para que qualquer política de desenvolvimento sustentável se centre no cidadão. Além disso, o desenvolvimento sustentável também é chamado de desenvolvimento humano e pressupõe a atuação de um planejamento participativo em uma administração descentralizada; mudanças ambientais; gerenciamento de desperdícios e de recursos naturais; agricultura sustentável; diminuição das desigualdades sociais, entre outros. Todos esse itens esbarram em uma necessidade comum: a educação e o planejamento. Somente através de uma educação baseada em princípios éticos, ecológicos e de justiça, ou seja, uma educação dita ambiental, é que poderemos ter um planejamento participativo, que é base para um desenvolvimento sustentável. Então, fica evidente a importância da Educação Ambiental em qualquer processo de desenvolvimento sustentável.

Em relação ao planejamento participativo, a verdadeira participação começa com o acesso à informação. Informações confiáveis sobre a comunidade e as suas preferências são a base para o desenvolvimento de um plano bem elaborado. É fundamental identificar os líderes comunitários; as associações; quais questões o município julga prioritárias e quais são as idéias, expectativas e inquietações. Esses dados e outros também relevantes devem ser levantados através de questionários aplicados à comunidade e pela comunidade, e os resultados devem ser discutidos por todos. Para funcionar o processo deve contar com cidadãos conscientes de seu papel e de que a educação ambiental é a sua principal ferramenta.

Note que a informação ë a ferramenta para garantir a participação, que por sua vez motiva o cidadão e o envolve com "a causa". Ë justamente isso, a informação adquirida a partir da educação ambiental que Rapa-Nui não teve!

7 - CONSIDERAÇÕES FINAIS

Rapa-Nui: vai acontecer de novo? Parece evidente que para a história não se repetir nossa forma de lidar com a natureza deve mudar! A mudança começa com o homem encontrando o seu lugar nos ciclos da natureza, na "teia da vida". Assim, se existe uma educação capaz disso, a única seria aquela que faz uso dos princípios ecológicos, éticos, de justiça e respeito, ou seja, a educação ambiental. Parece também que é inevitável a migração da educação formal atual para esse novo tipo de educação que transcende em muito os limites das quatro paredes das salas de aula, assim como as paredes que nos prende ao racionalismo cartesiano. A educação ambiental nos mostra novas dimensões do aprendizado muito mais sutis, e nos liga de forma invisível à natureza. Traz à tona a importância do espírito e dos sentidos para o aprendizado. Nos conecta com o todo. Nos torna de fato seres espirituais. Assim buscar entender a natureza e os seus ciclos deverá ser nada mais do que uma extensão da busca pelo entendimento do próprio homem. Precisamos tentar aprender a viver em um equilíbrio verdadeiro com nossa "ilha" Terra, como não conseguiram nossos antepassados polinésios na ilha de Páscoa, porque, assim como eles, nós também não temos para onde ir. Ou temos?

8 -BIBLIOGRAFIA

- BÁSICA - Sobre a Ilha de Páscoa
DIAMOND, Jared. Easter´s End. Dicovery. Issue 08/95. Disponível em: <www.pbs.org/wgbh/nova/easter/first.html>. Acesso em julho de 2000.

- CONSULTADA - Geral
A Agenda 21 Brasileira. Disponível em: <www.agenda21.org.br>. Acesso em: ago. de 2002.
CAPRA, Fritzof. A Teia da Vida - Uma Nova Compreensão Científica dos Sistemas Vivos. Editora Cultrix Ltda. São Paulo, SP. 1996.
NOBEL, Bernard J. and Wright Richard T. Environmental Science: The Way the World Works. Sixth edition. Prentice Hall, New Jersey. 1998.
SACHS, I.. Estratégias de Transição para o Século XXI: Desenvolvimento e Meio-Ambiente. São Paulo: Studio Nobel: Fundação do Desenvolvimento Administrativo,1993.

 

* Clever Ricardo Chinaglia é mestre em Ciência e Engenharia de Materiais. Atua como consultor na área de Metalurgia do Centro de Caracterização e Desenvolvimento de Materiais da Universidade Federal de São Carlos e é consultor cadastrado do Sebrae-SP na área de Turismo. É também coordenador do Curso Técnico em Turismo do Senac São Carlos. Foi docente do Unicep-São Carlos no curso de formação de Bacharéis em Turismo em ênfase em Ecoturismo. Foi consultor das Nações Unidas no oferecimento do curso de Condutor de Visitante Ecoturístico para o Ibama em duas de suas unidades de conservação. É docente colaborador do programa de especialização em "Educação Ambiental e Recursos Hídricos: Perspectivas para o século XXI", do Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA) da USP São Carlos.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social da ONG MUDA
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